terça-feira, 10 de abril de 2012
forever alone
Sozinho na escuridão do abismo de minha alma somente o frio gel Ito sabor
Da perda me assola, pois um louco em uma imensidão dessa obscuridade deste abismo
Infinito que afligi os mais desertos sonhos restritos e inóspitos em minha mente, pois aquela pura e doce palavra nunca existiu nunca ouve
Dentre flores e rosas somente os cacos restam
Somente os espinhos restam
Somente o som fúnebre dos anjos que nos consolam que resta
Pois a dilaceração de um sentimento recém nascido
Dilacera-nos, pois a perca e mais gel ita em decorrer das nossas vidas
Pois temos sempre que nos reerguermos, pois assim tudo
Transforma-se e nos completa a cada esquina dentre nossa alma cheia d labirintos e
Tão obscura que quando entra a luz rapidamente se apaga sempre a procura desta luz estaremos dentro de outras almas nesta imensidão de planeta
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